sexta-feira, 23 de outubro de 2015

A trajetória do rock no Brasil

O importante para a análise é relembrar a história do rock feito por brasileiros. As primeiras pessoas a tocar rock no Brasil foram: Nora Ney (pseudônimo Nora May), seguido de Gilberto Alves e Cauby Pexoto, que fez “Rock and Roll em Copacabana”. Depois vieram Betinho e os primeiros ídolos de rock Tony e Celly Campelo, além de Carlos Gonzaga e Wilson Miranda.Todos faziam um rock ingênuo e simples.
O rock brasileiro foi densamente influenciado pelo pop-rock inglês de Cliff Richard (do Shadows) e foi imitado por Roberto Carlos e Renato e seus Blue Caps. O “High School Rock” bem-comportado, ou seja, sem a negritude do rythm and blues, também influenciou com Pat Boone e Neil Sedaka que serviram de exemplo para Tony e Celly Campello, Ronnie Von, Ronnie Cord, Cleide Alves, e Carlos Gonzaga.

O rockabilly (rock + country) de Chuck Berry, Gene Vincent and His Blue Caps, Eddie Cochran, Ricky Nelson entusiasmou Luizinho e Seus Dinamites, Eduardo Araújo, Alberto Pavão e Baby Santiago. Do “rock chicano” de Richie Valens, Carlos Santana, Johnny Rivers e Los Lobos veio Gally Jr (Prini Lorez). Sem falar versões e/ou adaptações de clássicos do pop, rock ou não, bastando lembrar hits de Elvis. No Brasil o campeão das versões foi Haroldo Barbosa. Em 1954 o trono foi dividido por Fred Jorge e Rossini Pinto.

Em 1965 inaugura-se o movimento musical e cultural denominado Jovem Guarda pelo publicitário Carlito Maia. A Jovem Guarda (de Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Wanderléia, etc) englobava diversas mídias: tv, rádio, revistas, discos entre outros e gerava mudanças nas gírias e no vestuário seguindo o exemplo de culto aos Beatles e a Elvis. O estilo iê-iê-iê (yeah-yeah-yeah dos Beatles) da época era uma fusão principalmente de pop-rock europeu, bossa nova e twist. O estilo era visto como “alienante” e “ingênuo”, pois só falava de amor e dança, porém o Brasil passava na época por uma ditadura militar e eles preferiram não ousar mais, não correr perigo.

Mais tarde o maior ídolo do estilo, Roberto Carlos, o abandona. Ele inaugura o estilo romântico, com toques de Jovem Guarda, porém com estilo mais simples e letras emocionadas, que é considerado “brega” por muitos. Raul Seixas, que possuía letras mais satíricas e inteligentes, também aproveitou algo do estilo em suas músicas.
Em 1967 surge um estilo menos alienante de música brasileira: o tropicalismo, que critica a ditadura militar e as chagas que ocorrem no Brasil como, por exemplo, a fome. Alguns integrantes da tendência tropicalista são Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, os Mutantes, Gal Costa, Nara Leão, Eduardo Duprat, Tom Zé, entre outros, que lançaram um LP chamado Tropicália ou Panis et circenses. Eles misturavam estilos antigos e novos, sofisticados e cafonas, brasileiros e estrangeiros. O efeito colateral foi deixar a MPB mais pop e ressucitar o bolero e o samba-canção.

Outros como, por exemplo: Jorge Ben (jor) e Osvaldo Nunes conseguiram unir o rock ao samba conseguindo ótimos resultados. Os ritmos do norte e nordeste não foram esquecidos e se fundiram com o rock nas mãos de Raul Seixas, Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Novos Baianos e Fagner.
Os Mutantes revolucionaram com seu deboche e som inovador. Seu álbum de estréia “Os Mutantes” foi o precursor do pop rock brasileiro, e que possuía também, elementos da MPB. Eles teriam carreira grandiosa, com álbuns elogiados a partir de 68. A banda se transformaria, passando a fazer um rock progressivo, com a saída de Rita Lee, em 1973.

Depois de retirar-se dos Mutantes no término de 72, Rita Lee começou uma muito bem-sucedida carreira solo, com o grupo Tutti-Frutti, lançando álbuns importantes como Fruto proibido e Atrás do porto tem uma cidade. Arnaldo Baptista, outro mutante, também gravou o aclamado Loki? (74). Os Mutantes continuaram com rock progressivo, passando por várias formações e dissolvendo-se em 78(recentemente voltaram com Zélia Duncan no vocal).
Em 73, apareceram Secos & Molhados, liderados por João Ricardo, com Ney Matogrosso no vocal, que faziam a chamada “poesia musicada” com músicas muito bem elaboradas, apesar de alguns flertes menos poéticos e mais divertidos. Dois álbuns e um ano depois, em 1974, a formação antiga (João, Ney e Gerson Conrad) acabou.

Em 1973 também surgiu outro astro: Raul Seixas, que vendera 60.000 compactos de "Ouro de Tolo". Em pouco tempo se tornaria líder dos hippies com músicas irônicas como "Maluco Beleza", místicas como "Eu Nasci Há 10.000 Anos Atrás" (composta em dupla com o amigo e até então futuro escritor Paulo Coelho), e as motivacionais "Metamorfose Ambulante”.
Mesmo com o pouco espaço na mídia, várias bandas e estilos se destacavam no underground de 70, como o progressivo regional de O Terço, o hard rock do Made In Brazil e o hard progressivo do Casa das Máquinas.

O rock progressivo, de melodias e arranjos elaborados, de Yes e Emerson, Lake & Palmer dentre outros, teve discípulos no Brasil, contudo muitas vezes com influência de música erudita ou outros gêneros populares distintos do rock, como Os Mutantes (sem Rita Lee e Arnaldo), O Som Nosso De Cada Dia, Terreno Baldio, A Barca Do Sol, Moto Perpétuo e Vímana.

Nos anos 80, no entanto, ocorreu a verdadeira explosão do rock brasileiro, que veio mais em forma de pop-rock, graças em parte à criação de casas de shows como Noites Cariocas , Circo Voador (Rio) e Aeroanta (São Paulo) onde os roqueiros novos a e antigos se apresentavam.

Os primeiros artistas a fazerem sucesso foram o irônico grupo Blitz (“Você não soube me amar"), Eduardo Dusek ("Rock da Cachorra"), junto com João Penca e seus Miquinhos Amestrados, no Verão do Rock, em 1982. Depois vieram os cariocas do Paralamas do Sucesso (que se conheceram em Brasília) e apareceram em 82, com um ska semelhante ao The Police. Isso misturado a reggae, new wave e pop-rock.
Titãs, paulistas que faziam rock’n roll (mais tarde suavizados) uniam inicialmente as estéticas new wave, punk rock e reggae com MPB. De 1982 a 1984, a banda era formada por nove componentes. Além dos músicos que continuam no grupo, fizeram parte do conjunto: Ciro Pessoa (vocais), Arnaldo Antunes (vocais), Marcelo Fromer (guitarra) e Nando Reis (baixo/vocais), logo se tornando um octeto, numa formação que duraria até 1992, com a saída de Arnaldo, que prosseguiu em carreira solo. Nando Reis fez o mesmo anos mais tarde.
Os cariocas do Barão Vermelho, surgiram em 82, liderados pelo carismático vocalista Cazuza. Com a saída dele para uma bem-sucedida carreira-solo, o guitarrista Frejat se tornou o vocalista da banda.
Os brasilienses do Legião Urbana, liderados pelo cantor Renato Russo, surgiram em 82. Começou mais punk, mas aos poucos ficou mais intimista. O grupo se desmanchou com a morte de seu líder em 1996. Os outros legionários que compunham a banda eram: Marcelo Bonfá (bateria) e Dado Villa-Lobos (Guitarra). Renato Rocha foi baixista da banda até 1988.
Outras bandas surgiam no Rio como, por exemplo, os new-wave Kid Abelha e Léo Jaime. O fim da banda Vímana revelou Lulu Santos, Lobão e Ritchie.

Depois de integrar o Vímana e o Blitz, Lobão iniciou uma importante carreira solo, fazendo um som bem rock´n´roll. Algumas músicas de destaque do Lobão são: “Vida louca vida”, “Vida bandida” e “Canos silenciosos”. Atualmente, ele está fora dos esquemas das rádios e gravadoras, fazendo um esquema próprio para a divulgação de seus discos. Ele foi um dos primeiros de sua geração, ao lado de Cazuza, a incorporar elementos de bossa nova e samba ao rock brasileiro.
Em São Paulo, apareceram como revelação no Festival Punk de 81: Inocentes, Cólera e Ratos de Porão; os debochados Ultraje a Rigor e Kid Vinil (então vocalista da banda Magazine); e RPM, que vendeu 2,2 milhões de cópias de Rádio Pirata ao Vivo.

Em Brasília, o Aborto Elétrico (em que Renato Russo tocara) virou o Capital Inicial, e o Plebe Rude teve os sucessos “Proteção” e "Até Quando Esperar".

No Rio Grande do Sul, Engenheiros do Hawaii e Nenhum de Nós também chegaram ao sucesso nacional.
Além deles, houve os baianos Camisa de Vênus. Os metaleiros mineiros do Sepultura e a banda Angra foram algumas das poucas bandas brasileiras a fazer sucesso fora do Brasil.

A primeira grande banda dos anos 90, foi o Skank, de Minas Gerais, que misturava rock e reggae. Ao longo da década, outros grupos mineiros surgiriam, como Pato Fu e Jota Quest.

Surgiu em Recife também o movimento Mangue beat (94) que unia percussão nordestina a guitarras pesadas, liderados por Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A.
Em meados de 90, surgiram bandas bem-sucedidas pelo humor: os brasilienses Raimundos (94), com um forró hardcore e os paulistas Mamonas Assassinas (95), parodiando desde o heavy metal até o sertanejo, venderam 2,6 milhões de cópias, mas morreram em um acidente de avião, em 96. Na década de 90 também surgiu o Planet Hemp, mistura de rock e rap.
Outros artistas em evidência são O Rappa, também reggae/rock; Charlie Brown Jr., um "skate rock" com vocais rap; Cássia Eller, com um repertório de Cazuza e Renato Russo; e Los Hermanos.A partir de 2000 surgiram os grupos: Tihuana, Luxúria, Matanza, Tihuana, CPM22 e Detonautas Roque Clube (ambos com hardcore melódico) e Pitty, roqueira baiana.

O rock brasileiro ainda tem uma grande margem de evolução e ritmos que não foram adaptados. Mas hoje em dia podemos falar que temos rock no Brasil, um dos estilos mais populares entre os brasileiros.

terça-feira, 28 de junho de 2011

A esperança vencerá o medo?




A medicina, há muito tempo, concentra esforços na tentativa de achar a cura da aids. O problema começou com a grande epidemia da década de 80, nessa época o período de tempo entre o diagnóstico da doença e a fase terminal de um portador do vírus HIV era de cinco meses. Permitiu-se prolongar esse tempo, graças à criação do coquetel de medicamentos há 10 anos, para um período indeterminado.

Agora a esperança de portadores da doença aumentou ainda mais com a criação de 2 medicamentos: Raltegravir e Maravirox. Eles podem contribuir no coquetel mais comum no Brasil composto de 17 drogas.

O Raltegravir bloqueia a enzima integrase. Essa enzima ajuda na replicação do vírus. Os estudos dizem que a droga permitiu que 75% de 500 pacientes tivessem a carga viral restabelecida. Logo os portadores brasileiros de aids contarão com o remédio nas farmácias.

O Maravirox é o responsável pela proteção das células de defesa do corpo humano, ou seja, permite que as células fiquem “camufladas” da ação do HIV. Estudos mostram que entre os 600 voluntários havia alguns com o dobro de células intactas do que o normal. O remédio, no Brasil, será vendido com o nome fantasia: Celsentri.

Os medicamentos darão esperança principalmente a 30.000 brasileiros que já não respondem tão bem ao tratamento do coquetel. Eles esperam que a espantosa capacidade adaptativa do vírus não “drible” a ação dos novos medicamentos.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Revolução digital




O Estado do Rio de Janeiro está prestes a sofrer uma grande transformação tecnológica, tudo isso graças a Revolução Digital. Ela proporcionará uma incrível melhora na qualidade de imagem. A melhora virá pela ação de um conversor que aumentará o preço da TV, quando embutido nela, em 8 a 13 mil reais. O aparelho isolado custará entre 500 e 600 reais. Há expectativa que o governo entre em ação para bartear o custo do aparelho para um valor entre 100 e 200 reais.

A estréia será no dia 20 de abril, pelas mãos da TV Globo que lançará a TV digital nos 17 municípios que fazem parte da Região Metropolitana do Estado: Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo, Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Mesquita, Tanguá, Nova Iguaçu, Magé, Seropédica, São João de Meriti, Nilópolis, Queimados, Paracambi, Itaboraí e Japeri.

As outras principais regiões do país já têm data marcada para receber a nova tecnologia: Brasília e Belo Horizonte em meados de julho; Fortaleza, Salvador e Curitiba em outubro e Porto alegre e João Pessoa apenas em 2009. Lembrando que em São Paulo a transmissão HD foi lançada em 2007, que tem tudo para ser um ano importante para a TV brasileira como foram 1948 (primeira transmissão de TV), 1950 (primeira transmissão comercial do Brasil, a da TV Tupi) e 1972 (primeira transmissão colorida).

O presidente da Abert (Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e TV), Daniel Slaviero garante as datas de estréia acima, mas explica que variará de emissora para emissora. Os sinais analógicos, usados atualmente pelas emissoras de TV, perdurarão até 2016.

- Estamos comparando o início da TV digital com três grandes momentos da TV no país: 1950, com o início das transmissões de TV; 1972, com o início da TV em cores em Caxias do Sul, na Festa da Uva; e agora 2007, com a entrada da TV digital. Será a renovação deste que é o principal meio de informação, entretenimento e cultura da população brasileira, transmitida de forma aberta e gratuita - celebra Slaviero.

sábado, 1 de janeiro de 2011

A ética empresarial fere a ética do jornalismo?



O jornalismo empresarial é uma área que ganhou força no mundo corporativo. Ele tem um amplo leque de atividades produzidas por jornalistas contratados por empresas ou organizações visando à divulgação de novidades e feitos interessantes. O jornalista contratado lida com a mídia na elaboração de veículos jornalísticos que se relacionam com os meios interno e externo.

Esse tipo de profissional, além de ser um bom jornalista, tem que ter noções de mercado e público. E ao se tornar um especialista em marketing, ele acaba ganhando uma importância estratégica na empresa. A grande questão é que o jornalista, ao se enquadrar na ética empresarial pode ferir a própria ética da profissão.

Há certas situações que a ética pode ser quebrada tanto pelos assessores de comunicação empresarial, quanto pela grande imprensa. Exemplo: quando os veículos publicam matérias “chapa branca” visando interesses comerciais. Neste caso pode ser do Governo ou, ainda, da iniciativa privada. Outro exemplo acontece quando os assessores, com o intuito de fazer “média” com a imprensa, divulgam matérias negativas da própria empresa ou do concorrente.

Existe uma corrente na comunicação social que aponta esse tipo de jornalismo como o substituto das Relações Públicas no mercado. Mas de acordo com a assessora da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, Elza Calazans, isso não ocorrerá, pois são duas coisas diferentes. “Dentro da comunicação empresarial, o RP tem papel garantido e não é jornalismo. São coisas que se completam, portanto um não pode substituir o outro”.

Milan Moraes e Rodolpho Terra

domingo, 7 de novembro de 2010

Perfil de um jornalista: dos botões para a televisão



Ninguém poderia imaginar que um garoto que narrava jogo de botão e se entrevistava se transformaria num jornalista conceituado. Pois é, 29 anos depois Fábio Azevedo, jornalista formado na Faixa (Hélio Alonso), tem entre suas principais atividades: professor acadêmico da UCAM e Hélio Alonso, repórter da TV Bandeirantes (Jogo aberto Rio) e editor do site do Fluminense Football Club.

Fábio, na entrevista, fala da educação Superior no Brasil em geral: "Os alunos e professores estão se preparando bem. As faculdades públicas vêm paulatinamente perdendo espaço para as particulares, pois precisam dos investimentos do deficitário Estado brasileiro".

Azevedo acha que o sistema de cotas é necessário, mas atesta que mais da metade dos alunos egressos de cotas não concluem o curso, pois têm uma base educacional deficitária. O professor afirma que só com investimentos fortes na educação brasileira, da alfabetização até o Ensino Médio, seria possível reverter esse quadro.

O repórter foi expulso do Vasco da Gama, o seu time de coração. A razão foi uma entrevista realizada pós-final Campeonato Carioca de 2004 com o presidente do Vasco, Eurico Miranda, que não estava gostando dos rumos da entrevista e o agrediu. Azevedo o processou por essa agressão e desde então não entra mais em São Januário.(Entrevista feita antes da eleição ganha por Roberto Dinamite)

O jornalista tem Pelé como maior ídolo no futebol. Ele acha que os maiores jogadores brasileiros de futebol em atividade são Ronaldinho Gaúcho e Kaká. Quando analisa no âmbito nacional, pensa um pouco, mas se lembra de Rogério Ceni. Aponta como os maiores nomes no rádio brasileiro: José Carlos Araújo e Sidney Rezende. Na TV, para ele Luis Roberto é um grande narrador e Falcão, um ótimo comentarista. Mas a pessoa em que ele se espelha no jornalismo é Tino Marcos.

sábado, 30 de outubro de 2010

Karen: a história do pulo da Publicidade para o jornalismo da Band




Ela tem como maiores ídolos no Jornalismo Luiz Mendes e José Carlos Araújo e não gosta nem um pouco de Jonas Santana. Ela é Karen Calixto Braz, tem 28 anos, e sua ficha técnica é: formada em Jornalismo na universidade Universo, técnica em Publicidade e fez pós-graduação em Docência no Ensino Superior na UCAM. Pretende fazer mestrado de Sociologia da Comunicação. Trabalha na UCAM – Niterói como coordenadora do curso de Jornalismo e é produtora e diretora do programa Jogo Aberto Rio da TV Bandeirantes.

Sempre gostou de futebol mas não esperava trabalhar na área, aliás Karen queria mesmo, era fazer Publicidade, mas foi convencida da idéia, ao fazer um trabalho sobre futebol no terceiro período da universidade. Sua carreira decolou graças ao Mesa Redonda, programa que via regularmente. O programa Mesa Redonda, da CNT que na época tinha uma parceria com a Universo, que proporcionou que José Carlos Araújo fosse palestrar na localidade. Fez várias perguntas interessantes e foi convidada por José Carlos Araújo para o Comentarista por um dia, quadro fixo do programa. Lá ao terminar o programa, deixa seu currículo e alguns dias depois começa a estagiar lá.

A jornalista também já trabalhou na Rádio Manchete, onde além de fazer parte da equipe de esportes, trabalhava num programa chamado: A voz da Nação. O assunto principal naquele lugar eram as diversas participações no esporte do Clube de Regatas do Flamengo. Trabalhava e escrevia para Zico, um grande ídolo dela no esporte, embora torça pelo Vasco. Então omitiu seu time de coração para poder trabalhar, pois lá só se contratavam flamenguistas.

Sobre o programa Jogo Aberto Rio, a diretora afirma que em relação à diferença técnica, a CNT está muito atrás da TV Bandeirantes. Na CNT, tinha um pequeno grupo de pessoas que precisava desenvolver múltiplas funções para o programa funcionar. Já na Band, é o contrário o que acontece tornando o visual do programa mais atraente. Acumular uma função dupla de produtora e diretora não é tão difícil, pois lá há uma equipe qualificada e super profissional. A produtora possui o sonho de um dia trabalhar na TV Globo.

A professora na UCAM, já lecionou duas disciplinas aqui: Produção de eventos e Oficina de TV. Joule, que a trouxe para a universidade, a conhecia do programa Academia do Futebol, da TVN, canal 30 da NET. Ela acha que sofreu preconceito dos professores por causa de sua idade relativamente jovem para administrar um curso. Dificuldades de Trabalhar na UCAM são muitas principalmente na parte burocrática pois precisa atender a cada universitário separadamente e cada aluno tem a sua devida importância.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Qualidade de vida: questão atual


Qualidade de vida é uma questão central. A cidade do Rio de Janeiro é brindada diariamente como o paraíso na Terra para residir. O lazer intenso da cidade representado pelas praias, parques, shoppings, entre outros gera essa idéia. Isso é propagado também pelas imobiliárias que buscam vender condomínios na Barra da Tijuca e adjacências.

Muitos bairros não desfrutam dessas maravilhas da publicidade. Trânsito caótico, poluição, calor infernal, segurança, esses são apenas alguns dos diversos problemas que fazem parte do dia-a dia do carioca.

Medidas que melhorariam o trânsito carioca precisam ser restadas. Rodízios de veículos, o que já se faz em são Paulo; mudança nas vias de trânsito que o agilizem e criação de novas avenidas e estradas podem ajudar a aplacar o trânsito da cidade.

Contra a poluição, já estão sendo tomadas medidas, porém em ritmo e volume lentos. È necessário uma aceleração nos procedimentos e um aumento no número deles. A busca por novas soluções a menores custos também deve ser buscada.

O calor de regiões do Rio, como Bangu, por exemplo, é intenso e castiga a população. Quanto a isso nada pode ser feito. Contudo em hospitais, escolas e demais prédios públicos, é importante se refrigerar todas essas áreas.

A segurança da cidade passa por um momento caótico. Diariamente, policiais, bandidos e inocentes morrem no fogo cruzado entre os dois primeiros. Presídios novos, aumento do salário do efetivo policial e técnicas investigativas que minimizem mortos podem ser algumas podem ser algumas das medidas que podem ser tomadas.

Por fim, os cariocas dispõem de uma das mais belas cidades do mundo, mas infelizmente vivem com esses problemas. As diversas autoridades precisam tornar a cidade verdadeiramente maravilhosa.