quinta-feira, 26 de março de 2009

iTunes pode ser a salvação da indústria fonográfica



Até os anos 90, a indústria fonográfica era fácil de entender com seus dois sistemas: rádio e venda de discos (LP, depois CD). Com o avanço da pirataria, as vendas de CDs caíram muito. As grandes gravadoras tiveram assim que repensar seus planos de negócios. Um componente novo que chega para tentar salvar o mercado é o iTunes, um reprodutor de áudio e vídeo, desenvolvido pela Apple que também é usado para organizar música digital, arquivos de vídeo e para a compra de arquivos de mídia digital. A Apple está em negociações com as principais gravadoras para permitir aos utilizadores de iPod e iPhone, acesso ilimitado a todos os arquivos musicais delas. O pagamento deste serviço será feito a partir do momento que os executivos chegarem a um acordo quanto ao preço de reajuste. Segundo analistas, consumidores em uma pesquisa mostraram-se dispostos a pagar até 100 dólares a mais caso isso lhes dê acesso ao acervo.

Wikipédia é banida como fonte escolar em universidade nos EUA


A Wikipédia é a mais conhecida enciclopédia colaborativa online e como tal recebe diariamente a visita de muitos estudantes ávidos por informação. O grande problema é justamente o teor colaborativo do site que origina uma série de erros nos assuntos, que permanecem algum tempo no ar. O Departamento de história da universidade de Middlebury proibiu citações da Wikipédia como fonte, em trabalhos de alunos. Essa discussão gera conflito, pois defensores da Wikipédia e jornalistas consideram a medida uma censura da universidade em relação aos trabalhos de seus alunos. Outros, como o próprio co-fundador da enciclopédia on-line Jimmy Wales, consideram a Wikipédia, assim como outros tipos de enciclopédias, inapropriadas para serem utilizadas em trabalhos acadêmicos. Seu grande defeito é que seus textos podem ser editados por qualquer pessoa, mesmo uma que não detém um conhecimento justo sobre aquele assunto.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Sedentarismo: um problema que deve ser combatido.

O sedentarismo é considerado a doença específica do século XXI. Trata-se de um comportamento induzido por hábitos decorrentes dos confortos da vida atual. A evolução da tecnologia propiciou uma substituição de atividades que demandam gasto de energia por facilidades do mundo contemporâneo como, por exemplo, deixar de ir ao banco e pagar contas pela Internet.
A sociedade atual adota cada vez mais a lei do menor esforço, deixando de lado atividades físicas, ou seja, tornando-se cada vez mais sedentária. Do ponto de vista da medicina, o sedentário é o indivíduo que gasta poucas calorias por atividades ocupacionais em sua rotina. Já é cientificamente comprovado, que para uma pessoa deixar de fazer parte do grupo dos sedentários, precisa gastar no mínimo 2.200 calorias por semana em atividades físicas.
Os principais problemas que o sedentarismo causa são: hipertensão arterial, diabetes, obesidade, ansiedade, aumento do colesterol, infarto e problemas funcionais. Falando mais especificamente de problemas funcionais, quando isso ocorre nos músculos esqueléticos, acontece uma atrofia das fibras musculares e uma perda da flexibilidade articular. Esse grande problema da humanidade é considerado também o principal fator de risco para a morte súbita.
Sendo assim, é fundamental que as pessoas se conscientizem de que o problema é sério, combatendo-o fazendo exercícios físicos regularmente. Agindo dessa forma, as pessoas melhorarão a sua qualidade de vida.

Mário Mendes e Milan Moraes

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

O futuro da Internet no Brasil

A Internet continua sendo uma verdadeira incógnita no Brasil. Não se sabe exatamente se ela será usada pela população de uma maneira construtiva ou destrutiva. O Brasil é segundo o Jornal O Extra a alvo de cerca de 30% dos ataques de hackers no mundo à frente dos EUA com 17% de ataques.
A diferença do trojan (espécie de vírus de computador) brasileiro para o de outros países é a de que o brasileiro foca a ataques a poucos bancos e os russos, por exemplo, focam em vários bancos do mundo. É muito mais eficiente essa tática.
O hacker brasileiro também costuma focar o ataque a vários usuários domésticos ao invés de um banco ou uma empresa. Isso não teria problema, mas aqui no Brasil tem se gerado muito conteúdo pornográfico (aproveitando-se da fraca legislação no quesito Internet). Esse conteúdo é o principal disseminador de vírus de computador.
O comércio on-line é muito afetado por essas ações. Elas afastam os seus consumidores que demonstram medo de ter dados e finanças roubados. Resta ao governo brasileiro educar sua população quanto aos verdadeiros benefícios da Internet para que não se afete o ramo de e-commerce, além de outros serviços da Internet, pois inegavelmente o futuro da tecnologia está intrinsecamente ligado à Internet.

Democratização da Internet precisa sair do papel

É inegável o avanço do uso da Internet nos lares brasileiros. Esse quadro foi conseguido através de diversas táticas empregadas pelo governo para popularizar a rede de computadores mundial em solo nacional.
A primeira tentativa mais agressiva foi por meio de ações de estímulo ao uso da Internet. Com isso o que conseguimos perceber foi um aumento do uso de Internet de forma global em escolas e universidades com interesses acadêmicos e /ou de entretenimento. Isso não agradou o governo que desse jeito preparou uma estratégia ainda mais agressiva.
O plano consistia em incentivos para aquisição de computadores. Foi através dele que se conseguiu dados mais interessantes para o país. Um aumento de 0,5% de usuários de Internet a partir da aplicação desse processo. Outro fato interessante foi a diminuição de 6% no número de pessoas que acessam o computador da escola e/ou faculadade.
Certamente essa diminuição foi decorrente da compra de computadores domésticos motivada pela iniciativa governamental. Mesmo assim é importante ressaltar que são números muito tímidos. Em país com uma distribuição de renda mais justa esses números seriam bem mais animadores.
Num país de tantos contrastes como Brasil, a democratização tecnológica demorará a sair do papel. O problema é que a tecnologia a cada dia se aperfeiçoa mais. A dúvida é será que o Brasil ainda conseguirá “pegar o bonde andando” ?

terça-feira, 23 de setembro de 2008

A urbanização virtual do Brasil

Ainda está longe o dia que o Brasil alcançará o nível de cidade digital plena. Esse nível tem as seguintes características: sem limitação de banda para acesso público e individual; cobertura total da rede para acesso público e individual; recursos plenos de acessibilidade, usabilidade e inteligibilidade; serviços públicos e privados totalmente replicados em ambiente virtual integrado, entre outros.
As cidades brasileiras situam-se em níveis bem baixos na tipologia das cidades digitais. As melhores cidades brasileiras possuem em geral apenas alguns serviços públicos e privados em ambiente virtual, acesso público à Internet (telecentros), limitação de número de telecentros e bandas (acesso e backfone). Somente agora o Brasil começa a se preocupar com isso graças à criação de telecentros e obtenção de cobertura total e sem limitação de banda para acesso público na cidade do Rio de Janeiro.
Como se vê, o Brasil está muito defasado no quesito inclusão digital. Se numa metrópole como o Rio de Janeiro só agora se preocupam com isso imagina nas cidades menores. Nesses lugares ainda não se chegou internet via cabo ou rádio de banda larga. O que O Brasil deveria fazer era uniformizar digitalmente suas cidades para aos poucos se preocupar em galgar passos maiores. Com isso, o risco de defasagem digital será maior, mas pelo menos, a inclusão digital será redistribuída de uma forma mais igualitária.

O homem e o ciberespaço

A primeira publicação a citar o nome ciberespaço foi o livro Neuromancer de William Gibson. O autor criou um livro de ficção científica que inovou ao criar conceitos como inteligências artificiais avançadas e um ciberespaço quase que “físico”, mais tarde os termos foram explorados por muitos filmes como, por exemplo, a trilogia Matrix.
Para Pierre Levy, ciberespaço é uma grande rede interconectada mundialmente, com um processo de comunicação "universal" sem "totalidade" Isso significa que a web segue uma linha interativa não-linear de comunicação e que permite que qualquer pessoa participe democraticamente da rede, quebrando assim o modelo “um para todos” dos grandes meios de comunicação.
Hoje em dia participam dessa rede internacional cerca de 150.000 redes de computadores individuais e milhões de usuários espalhados pelo planeta. Essa tecnologia permite a comunicação com qualquer pessoa do globo em tempo real. Além disso, permite que o internauta interaja ou modifique a rede.
Atualmente, na sociedade brasileira utilizam-se em demasia ferramentas como Orkut (do Google) e MSN (da Microsoft). Há pessoas que as usam no trabalho, o que acaba causando uma queda de produção das empresas. Muitas delas tiveram a idéia de bloqueá-los juntamente com sites pornográficos na esperança de focar os seus funcionários no serviço e também não ter que se preocupar com vírus, oriundos dos sites pornográficos.